NO TRABALHO

11 marcas que já foram alvo de boicote


Uma das formas mais frequentes que consumidores e organizações de interesse público têm encontrado para manifestar suas insatisfações com as marcas é o estímulo ao boicote. Segundo muitos deles, “mexer no bolso” é a única forma de persuadir as empresas a mudarem suas atitudes e começar a agir de forma mais honesta. Segue abaixo uma relação surpreendentes de marcas que já foram alvo de campanhas de boicote público:

 

  1. ADIDAS

O boicote à marca foi organizado pela ONG Viva por conta do uso de pele de canguru na confecção de alguns tênis do tipo chuteira. A marca admitiu o erro e já declarou ter reduzido o uso da pele em 98%.

 

 

2.  AIR FRANCE

O boicote organizado pela ONG PETA aconteceu após a constatação de que a empresa transportava macacos diretamente retirados das florestas em condições precárias para laboratórios aonde eram submetidos à diversos experimentos.

 

 

3. HABIB’S

O boicote à rede brasileira de fast-food foi organizado publicamente nas redes sociais após a divulgação de um vídeo mostrando um garoto de 13 anos sendo arrastado pelo chão, desacordado, por funcionários da loja. O garoto João Victor sofreu um enfarto e morreu no local instantes após o ocorrido. Segundo os pais do menino, ele havia sido agredido pelos mesmos que o arrastaram. Mesmo depois de ter declarado publicamente o repúdio à atitude de seus funcionários, a marca vêm até hoje sendo alvo de protestos e iniciativas de boicote nas redes sociais com as hashtags #SomosTodosJoaoVictor e #BoicoteHabibs.

 

 

4. AMAZON

Organizada pela ativista Emily Kenway a campanha de boicote à transnacional norte-americana reivindicava a melhoria das condições de trabalho para os funcionários da Amazon no Reino Unido. Os principais motivos: os salários não atingiam a chamada “living wage”, quantia mínima estimada para que alguém possa sobreviver no país. Mais de 65 mil pessoas aderiram à petição, que levou à criação da Amazon Anonymous (A.A.).  A partir de então outras organizações passaram a aderir ao boicote como a Ethical Consumer que revelou ao jornal  The Guardian que eles promovem um boicote à empresa há dois anos, uma vez que a “evasão fiscal agressiva da Amazon” comete danos incríveis.

 

 

5. GRUPO INTERCONTINENTAL

Em 2013, várias organizações tibetanas lançaram uma campanha de boicote ao Grupo Intercontinental, dono das redes Intercontinental, Holyday Inn e Crowne Plaza. O motivo da insatisfação foi o planejamento realizado pelo grupo para a construção de um vasto resort em Lhasa, capital do Tibet. O protesto foi direcionado ao governo Chinês e a rede de hotéis, acusados de conspirarem juntos para realização de um golpe de Estado.  Apesar dos esforços contrários, o enorme resort foi construído no ano seguinte.

 

 

6. NESTLÉ

A multinacional Nestlé é até os dias de hoje alvo de uma grande ação global de boicote que foi organizada nos EUA em 1977. Diversas organizações como a International Baby Food Action Network (IBFAN) e a Save the Children se uniram contra a ação promocional do leite em pó para crianças no lugar da amamentação, o que pode ter levado inúmeras crianças a desenvolverem problemas de saúde ou até a morte uma vez que a amamentação deve ser insubstituível. Durante muitos anos a empresa resistiu as acusações ganhando a maioria das causas levadas à justiça. Hoje, o boicote é administrado pela International Nestlé Boycott Committee, que é supervisionado pela IBFAN e já conseguiu banir a venda dos produtos da marca em diversas escolas e universidades nos EUA e na Europa.

 

 

7. RALPH LAUREN

A Ralph Lauren assinou o vestido azul claro usado por Melania Trump na posse do seu marido, o presidente Donald Trump. Por conta somente disso, um boicote à marca foi organizado pelos seus opositores nas redes sociais com a hashtag  #boycottralphlauren. Não se sabe ao certo qual foi o impacto da ação, se é que houve algum.

 

 

8. STARBUCKS

Após anunciar a contratação de dez mil refugiados,  a rede norte-americana  tornou-se alvo de boicote organizado nas redes sociais por americanos pró-Trump. O que é peculiar para a Starbucks é que a mesma é no México rejeitada por ser americana.

 

 

 

9. L’OREAL

A ONG Naturewatch promove um boicote de longa data à marca francesa L’Oreal pelo suposto uso de animais para testes na criação de seus cosméticos. Apesar das várias declarações da empresa negando as acusações a ONG continua a organizar campanhas periodicamente contra a marca, especialmente sua subsidiária, a Body Shop.

 

 

 

10. COCA-COLA & PEPSI

Vários estabelecimentos comerciais localizados no estado de Tamil Nadu, na India, decidiram boicotar as marcas Coca-Cola e Pepsi tendo em vista somente estimular a produção local de refrigerantes e a economia local. A decisão causou um enorme prejuízo nas vendas locais das gigantes multinacionais.

 

 

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